Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 16 a 20 de fevereiro de 2026.
Os futuros de milho encerraram a semana em queda de 1% no primeiro vencimento, refletindo um movimento de correção após a retomada dos negócios pós-feriado nos EUA. A baixa também foi puxada, principalmente, pela melhora das condições das lavouras na Argentina após chuvas recentes, além da expectativa de estoques ainda elevados nos Estados Unidos após a colheita recorde. O que também pesou foi o impasse envolvendo a política do E15, que trouxe incertezas sobre a demanda por etanol de milho.
No entanto, a queda foi limitada pelas altas nos preços trigo e do petróleo. Além disso, as projeções do USDA, apresentadas no Agricultural Outlook Forum, indicaram redução de 4,8% da área plantada de milho nos EUA — em linha com a expectativa do mercado, mas que sinaliza potencial recuo de produção na próxima temporada 26/27.
No Brasil, por outro lado, os preços na B3 fecharam em alta. No mercado físico, o ritmo de negócios seguiu lento, com compradores e vendedores pouco ativos no mercado spot e demanda pontual da indústria de etanol.
