Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 09 a 13 de setembro de 2024.
Em seu relatório mensal de oferta e demanda divulgado no último dia 12, o USDA revisou para cima sua estimativa de produção dos Estados Unidos. Apesar de ter sido uma revisão de apenas 1 milhão de toneladas, essa mudança foi uma surpresa, uma vez que as maiores apostas estavam na manutenção do número do mês passado.
Para os demais países, as mudanças também foram pequenas, como uma redução na produção da União Europeia. No compito final, o resumo do relatório foi de uma pequena redução na oferta mundial e de um pequeno aumento no consumo global, o que levou a uma queda dos estoques de passagem ao final da safra 24/25 de quase 2 milhões de toneladas.
No fechamento da semana, os preços na CME terminaram com alta de 1,7% na primeira posição, refletindo os ajustes do USDA, a alta nos preços internacionais do petróleo e o clima quente e seco nos EUA, que vem prejudicando a logística por lá.
Por aqui no BR, a seca nos rios na região amazônica também preocupa, uma vez que o calado das principais hidrovias da região está em níveis muito baixos e pode prejudicar o fluxo de embarques daqui em diante.
Acompanhando as altas em Chicago e com boa demanda, os preços locais voltaram a subir. Na esteira de preços melhores, produtores aproveitaram as oportunidades e voltaram a vender bons volumes na semana.
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