Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 02 a 06 de junho de 2025.
O contrato de milho com vencimento mais curto na Bolsa de Chicago (CME) encerrou a semana com leve recuo de 0,4%, pressionado pela expectativa de uma safra cheia nos Estados Unidos. As previsões climáticas continuam indicando chuvas regulares no Meio-Oeste norte-americano, o que favorece o desenvolvimento das lavouras e reforça a percepção de ampla oferta global.
A queda só não foi mais acentuada devido aos dados do USDA, que mostraram lavouras em condições “boas e excelentes” abaixo do observado no último ano e aquém do esperado pelos agentes de mercado. Além disso, a produção de etanol nos EUA superou as expectativas, e a valorização do petróleo também ajudou a conter perdas maiores nas cotações.
No Brasil, a colheita da segunda safra começou de forma pontual em estados como Mato Grosso e Paraná. A expectativa de uma supersafra segue pressionando as cotações no spot doméstico, limitando a comercialização de milho. Mesmo com o avanço da colheita, produtores demonstram cautela nas negociações: parte ainda está voltada para a comercialização da soja, enquanto outra prefere armazenar o milho à espera de uma valorização.
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