Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 21 a 25 de julho de 2025.
Os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago fecharam a semana em queda de 2,2% no primeiro vencimento, pressionados pela redução das preocupações climáticas nos EUA e pela oferta abundante do Brasil. O recuo também refletiu o avanço da colheita brasileira e argentina.
As perdas só não foram maiores devido às incertezas nas relações comerciais dos Estados Unidos com outros países diante da proximidade de 1º de agosto – quando se iniciam as tarifas a diversos países anunciadas por Trump – além do bom volume de vendas para exportação registrado na semana.
Além disso, o presidente da Argentina anunciou a redução das retenciones no último final de semana para diversos produtos, incluindo o milho, que teve a alíquota reduzida de 12% para 9,5%.
No Brasil, a colheita da safrinha acelera após ritmo lento e os contratos na B3 ficaram praticamente estáveis, refletindo o equilíbrio entre oferta crescente e consumo firme. O ritmo de comercialização no mercado físico mantém‑se moderado: a falta de espaço de armazenagem — mesmo com uso intensivo de silo-bags — tem levado produtores a fechar negócios a preços mais baixos.
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