Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 26 de fevereiro a 1 de março de 2024.

Após três semanas consecutivas de quedas no mês de fevereiro, os contratos internacionais se recuperaram nos últimos dias devido à cobertura de posições curtas especulativas. Contudo, o cenário baixista persiste.

Nos Estados Unidos, o abundante estoque de milho tem impactado as vendas e o consumo em relação ao ano passado. Até 22/fev, as vendas atingiram 38,2 milhões de toneladas — 27% a mais que no ano anterior, mas 6% abaixo da média quinquenal. O consumo de milho para etanol cresceu 4%, totalizando 46,6 milhões de toneladas (out-jan).

Do lado comprado, o fator mais relevante foi a volta da China às compras. Rumores apontam para: uma compra de mais de 600 mil toneladas de milho ucraniano; alguns barcos no Brasil; e sondagens no mercado norte americano, mas sem que houvesse confirmação de negócios. A semana terminou com o sentimento de que mais demanda poderá vir nos próximos dias.

No mercado interno, os contratos para maio/24 caíram 8%, influenciados pela evolução da colheita da primeira safra e pelas estimativas ampliadas na segunda safra. A pressão nas cotações destaca um cenário desafiador.

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