Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 16 a 20 de junho de 2025.
O mercado de milho encerrou a semana em queda na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato futuro com vencimento em julho acumulou perda semanal de 3,6%, o de setembro, de – 0,7%.
A leve melhora nas condições das lavouras norte-americanas avaliadas como boas ou excelentes, de acordo com o USDA, somada à previsão de clima mais favorável no Meio-Oeste, pesou sobre as cotações ao longo da semana. As perdas só não foram maiores pelas vendas americanas para exportação, que seguiram aquecidas, e pela forte alta observada no trigo e petróleo, que contribuíram para que os preços do milho não cedessem ainda mais.
No Brasil, os preços recuaram na B3 e no mercado spot, pressionados pela intensificação da colheita da segunda safra, pela elevada oferta interna e pelo ritmo lento de comercialização, com produtores retendo parte da produção e compradores retraídos. A expectativa de uma safra recorde limita qualquer reação nos preços, enquanto a alta nos preços da ureia — impulsionada pelo conflito entre Irã e Israel — encarece o planejamento da safra 25/26, exigindo maior atenção dos produtores.
A boa notícia ficou por conta do anúncio do MAPA e da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) com o anúncio do fim do vazio sanitário e a declaração do Brasil como livre da gripe aviária.
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