Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 13 ao 17 de novembro de 2023.

Apesar da pressão da colheita, as cotações dos contratos internacionais na CME encerraram em alta em relação à semana anterior. Isso é um reflexo da boa demanda pelo cereal norte americano e das preocupações com maiores reduções na área do milho a ser plantado no Brasil no início de 2024.

O mercado doméstico acompanhou o movimento devido às demandas para atender às necessidades mais urgentes de consumo. No BR, aproveitando a melhora nos preços, as vendas de milho pelo produtor voltaram a acontecer em volume acima do reportado nas últimas semanas. Aproximadamente 700-800 mil toneladas foram negociadas durante a semana.

Na Argentina, segundo a Bolsa de Buenos Aires, a falta de umidade na semeadura de girassol e na do milho precoce no centro da área agrícola levou a uma substituição de 200 mil hectares por soja de primeira. Diante dessa situação, a Bolsa reduziu sua projeção de semeadura de milho comercial para 7,1 milhões de hectares. Atualmente 25,1% da área foi semeada.

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