Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 24 a 28 de junho de 2024.
O clima dominava o direcionamento dos preços até quinta-feira (27). O bom desenvolvimento das lavouras e as previsões de clima benéfico para os próximos 10 dias pressionavam as cotações de milho na CME. A gota d’agua foi quando, na sexta-feira (28), o USDA surpreendeu o mercado trazendo números de área plantada acima do esperado — segundo o órgão norte americano, a queda da área plantada foi de 3,3%, menor do que os 4,9% projetados anteriormente.
Além de mais área na safra 24/25, o USDA também apontou estoques ao final do trimestre anterior acima das estimativas, sinalizando que o consumo pode não estar tão forte quanto se imaginava.
Após o relatório, o mercado de milho na CME caiu ainda mais e acabou fechando a semana com quedas médias de 7,5%.
Com essas quedas, o mercado no Brasil foi mais fraco na semana. O alívio para segurar as quedas em Chicago vieram na melhora nos prêmios de exportação e do câmbio. Mesmo assim, a comercialização foi mais lenta na semana.
Na Argentina, a colheita avançou 5,6% e passou a marca dos 50% colhido. Os trabalhos evoluíram em um bom ritmo e com as lavouras em um bom ponto de umidade.
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