Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 13 a 17 de janeiro de 2025.

O mercado internacional de milho manteve sua trajetória ascendente no início do ano, encerrando a semana com alta de 2,9% para o contrato com vencimento em março/25, cotado à USD 4,84 por bushel na última sexta-feira (17).

As cotações na Bolsa de Chicago (CME) continuam refletindo o aperto nos estoques norte-americanos, conforme indicado pelo USDA na semana anterior. Além disso, e reforçando o viés altista, as vendas dos Estados Unidos para a exportação voltaram a demonstrar competitividade, com o USDA reportando vendas semanais de 1 milhão de toneladas.

O cenário global de oferta restrita mantém o interesse dos fundos especulativos na alta dos preços. Na semana, os fundos ampliaram suas posições compradas em aproximadamente 40 mil contratos, alcançando a maior posição “long” desde maio de 2022, com quase 293 mil contratos adquiridos.

No Brasil, persiste a preocupação com o lento progresso da colheita de soja, o que aumenta o risco de plantio de milho fora da janela ideal. Apesar da alta na CME e das incertezas climáticas, o principal fator de influência nos preços internos foi a desvalorização do dólar. Na B3, o contrato para março de 2025 encerrou a semana com queda de 1,6%, enquanto os demais vencimentos permaneceram praticamente estáveis. No período, o ritmo de comercialização apresentou poucos avanços.

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