Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 08 a 12 de junho de 2026.
Os preços do milho em Chicago acumularam mais uma semana de desvalorização, com o primeiro vencimento registrando queda de 1,1% no acumulado semanal.
O principal fator de pressão foi o relatório de oferta e demanda do USDA, que trouxe revisões positivas para a produção mundial nas safras 25/26 e 26/27, resultando em aumento das estimativas de estoques globais em ambas as temporadas.
Além disso, as perspectivas favoráveis para a safra norte-americana e o recuo dos preços do petróleo reforçaram o viés baixista do mercado. Para completar, os fundos liquidaram todas as suas posições compradas e estão agora com posicionamento vendido, indicando uma visão negativa para preços por parte desses agentes.
Por outro lado, a demanda aquecida pelo milho dos Estados Unidos, evidenciada pelo forte ritmo das vendas semanais de exportação, contribuiu para limitar perdas mais expressivas ao longo da semana.
Na B3, os contratos acompanharam as perdas observadas no mercado externo e foram pressionados adicionalmente pela queda do dólar no final da semana e pela percepção dos compradores de que a safra que começa a ser colhida é maior do que esperado, conforme relatado em nosso material enviado aos clientes na última sexta-feira (12). Ainda assim, a comercialização evoluiu de forma moderada, estimulada pelos preços pagos pelo mercado interno, acima da paridade de exportação.
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