Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 18 a 22 de maio de 2026.
O mercado de milho também reagiu positivamente, no início da semana, ao anúncio do acordo envolvendo compras chinesas de produtos agrícolas norte-americanos, movimento que impulsionou as cotações em Chicago.
Entretanto, o avanço perdeu força nos dias seguintes diante da queda dos preços do petróleo, em meio às expectativas de um possível acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio, das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da safra norte-americana, além da falta de detalhes sobre o acordo entre China e EUA para compras chinesas de produtos agrícolas norte-americanos. Além disso, a Bolsa de Cereales de Buenos Aires elevou em 3 milhões de toneladas sua estimativa para a produção de milho 25/26, agora projetada em 64 milhões de t — um novo recorde —, fator que também pressionou as cotações internacionais.
Apesar da volatilidade, os preços internacionais encerraram a sexta-feira (21) com valorização semanal de 1,6% no contrato de primeiro vencimento. No mercado doméstico, mesmo com a recuperação do dólar frente ao real, os ganhos foram mais moderados, com alta de 0,7% no contrato julho/26 negociado na B3.
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