Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 01 a 05 de setembro de 2025.
Após sequência de altas nas sessões anteriores, um movimento de realização de lucros na quarta-feira (03) pressionou as cotações em Chicago. A queda foi reforçada pela expectativa de uma safra recorde nos Estados Unidos e pela queda nos preços internacionais do petróleo.
Por outro lado, as exportações americanas seguem firmes há várias semanas, o que ajuda a limitar parte das perdas. Assim, as cotações internacionais do milho encerram a semana apenas com ligeira baixa.
No Brasil, embora o ritmo de embarques até agosto tenha sido fraco, o lineup dos portos para setembro, considerando volumes já embarcados e programados, somava 7,3 milhões de toneladas até a última sexta-feira (5), 26% acima do registrado no mesmo período do ano passado.
Em relação à comercialização, os negócios ganharam maior ritmo na semana, com alguns produtores acelerando as vendas para cumprir compromissos financeiros que vencem em setembro. Esse movimento pressionou os prêmios de exportação, que cederam entre 10 e 15 centavos por bushel. Para alguns destinos na Ásia, esse movimento volta a colocar o milho brasileiro com uma origem competitiva.
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