Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 11 a 15 de agosto de 2025.
O milho encerrou a semana praticamente estável, mesmo com a forte pressão baixista causada pelo relatório WASDE, que apontou produtividade e produção recordes para a safra 25/26 nos EUA, enquanto para os demais players globais relevantes o USDA não fez alterações significativas.
Essa pressão foi amenizada pelo ritmo intenso das vendas para exportação norte-americanas, que registraram diversos reportes de vendas avulsas ao longo da semana, permitindo que o primeiro vencimento fechasse com alta acumulada de 0,3% em relação à semana anterior.
No Brasil, os contratos futuros na B3 e os preços do mercado físico acompanharam a tendência internacional, pressionados também pelo avanço da colheita da segunda safra.
A queda, contudo, foi contida pelo enfraquecimento do dólar frente ao real, que tende a desestimular as exportações brasileiras e deu algum suporte às cotações domésticas.
Além disso, o ritmo de comercialização do milho permaneceu lento, pois os produtores priorizaram a venda de soja e aguardando melhores oportunidades para negociar o cereal.
Veja mais com o Agrovip, o resumo semanal da Agroconsult.
