Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de soja durante a semana do dia 07 a 11 de julho de 2025.

Após os rumores da semana passada, a frustração em torno de um possível acordo comercial entre Estados Unidos e China voltou a pressionar as cotações da soja no mercado internacional.

Somaram-se a isso as previsões climáticas mais favoráveis no Meio-Oeste americano, com chuvas recentes, que contribuíram para acentuar o movimento de baixa.

O relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado na última sexta-feira (11), trouxe poucas alterações. Para o balanço americano de 25/26, o órgão incorporou os dados de área do relatório Acreage levando ao leve corte na produção. As exportações foram reduzidas e o consumo, elevado, resultando em aumento dos estoques e reforçando a pressão baixista.

Na semana, o contrato com vencimento mais próximo acumulou queda de 4,9%, e o set/25 encerrou abaixo dos USD 10,00 por bushel, patamar que não era registrado desde abril deste ano.

No mercado doméstico, os recentes anúncios de Donald Trump sobre novas tarifas comerciais, principalmente sobre o Brasil, provocaram uma disparada do dólar. Com a valorização cambial, os preços internos da soja tiveram leve impulso, o suficiente para estimular os produtores a avançarem na comercialização, principalmente da próxima temporada.

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