Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 07 a 11 de abril de 2025.
Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros de milho encerraram a semana com alta acumulada de 6,5% no primeiro vencimento.
O movimento foi impulsionado por certo alívio nas tensões comerciais — os EUA suspenderam, por 90 dias, as tarifas sobre produtos dos países que não retaliaram os americanos — o que trouxe suporte ao mercado. No entanto, a disputa comercial segue mais intensa com a China. Outro fator foi a revisão para baixo dos estoques finais da safra 24/25 pelo USDA — no relatório de oferta e demanda —, que agora projeta 37,2 milhões de toneladas, indicando uma oferta mais apertada. Além disso, a demanda pelo milho americano segue aquecida, como demonstrado pelo recente reporte de venda avulsa de exportação para a Espanha e pela perspectiva de continuidade da demanda do México, favorecido pela isenção tarifária.
No Brasil, os preços permaneceram firmes na B3 e no mercado spot, sustentados pela alta do dólar e pelo mercado internacional. Com isso, houve um incentivo na comercialização de milho, elevando um volume de negócios que não era observado há várias semanas.
Veja mais com o Agrovip, o resumo semanal da Agroconsult.
