Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 17 a 21 de março de 2025.
Durante a semana passada, os contratos de milho na Bolsa de Chicago oscilaram entre momentos de alta e de queda. Em dias com dados positivos – como o desempenho robusto na produção americana de etanol e o forte volume de vendas dos Estados Unidos para exportação, apontado pelo USDA – os preços ganharam tração, enquanto as incertezas relacionadas às disputas tarifárias entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais – China, União Europeia, México e Canadá – pressionaram os contratos. Ainda assim, o vencimento para maio/25 acumulou alta semanal de 1,2%.
No Brasil, embora os preços na B3 tenham oscilado e encerrado com ligeira queda, o mercado spot permaneceu firme pela demanda interna. Houve também relatados de bons volumes de milho safrinha vendidos e alguns negócios reportados no FOB – o volume da semana, apesar de não ser extraordinário, superou os volumes das últimas semanas.
No final da semana, começaram a surgir rumores que de, em função da baixa disponibilidade e dos altos preços do milho no mercado interno, consumidores locais teriam comprado milho norte americano para trazer para o Brasil. Por ora não há confirmação desses negócios, mas é algo para ficar de olho.
O plantio da segunda safra está quase finalizado. No entanto, as atenções agora se concentram no weather market, com possíveis impactos climáticos sobre a produção.
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