Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 27 a 31 de janeiro de 2025.

Assim como no mercado da soja, a semana foi agitada para o milho – e ainda impulsionada por fatores semelhantes.

Os preços subiram em meio às preocupações com o clima quente e seco na Argentina e o atraso no plantio no Brasil. Por outro lado, recuaram após o anúncio das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos sobre produtos do Canadá, México e China. Vale destacar que o México de é um dos principais importadores milho no mercado global, e seu suprimento nesta safra depende quase exclusivamente do produto norte-americano.

Entre altas e baixas, as cotações na CME encerraram a semana com queda de 0,9% na posição spot, cotadas à USD 4,82 por bushel. Apesar do recuo na última semana, os preços internacionais fecharam janeiro com uma expressiva alta de mais de 5%.

No Brasil, a comercialização perdeu ritmo. Os preços na B3 conseguiram resistir às pressões externas, registrando alta de 0,5 na primeira posição. O mercado segue apreensivo quanto ao andamento do plantio da safrinha, e as previsões de chuvas para o Centro-Oeste nos próximos dias devem trazer ainda mais volatilidade aos preços.

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