Confira abaixo os principais acontecimentos que marcaram o agronegócio durante a semana do dia 09 a 13 de dezembro de 2024.

Milei promete avanços na redução de impostos para o agronegócio argentino; O presidente da Argentina, Javier Milei, completou um ano de mandato na terça-feira (10) e, durante reunião anual da Sociedade Rural Argentina (SRA), reafirmou seu compromisso de reduzir os impostos sobre o setor. Ele destacou que, em seu primeiro ano de governo, já eliminou alguns tributos e prometeu que as reduções continuarão à medida que a economia do país se fortaleça. Milei também falou que espera retornar à SRA em 2025 com as retenciones em queda. Essa medida mexe com o mercado, já que o fim das retenciones pode tornar a Argentina um concorrente ainda mais competitivo no cenário do agronegócio global.

 

China abre mercado para o sorgo brasileiro, impulsionando a cadeia produtiva

O recente protocolo firmado entre Brasil e China abriu caminho para a exportação de sorgo brasileiro, um produto com crescente destaque no agronegócio nacional. Isso representa uma oportunidade estratégica para o Brasil, dado que a China importa em torno de 8 milhões de toneladas por ano. Nos últimos dez anos, a produção brasileira mais que dobrou, passando de 1,9 milhão para 4,4 milhões de toneladas, com nossa área plantada já ultrapassando 1,5 milhões de hectares. Apesar do potencial, desafios como questões fitossanitárias, infraestrutura de armazenamento e transporte e insumos específicos ainda precisam ser superados. Paralelamente, pesquisas da Embrapa avançam no desenvolvimento do sorgo para biocombustíveis, o que amplia as possibilidades de uso do grão.

 

Indústrias de óleos vegetais investem para ampliar esmagamento de soja

Com programação para investir mais de 11 bilhões de reais entre 2025 e 2027, as indústrias de óleos vegetais esperam incrementar a capacidade de esmagamento de soja no Brasil em 11 milhões de toneladas. O que parece motivar esses investimentos é o aumento da demanda por biodiesel no país, que deve crescer em 3 bilhões de litros até 2027, favorecido pela política de aumento progressivo na mistura ao diesel aprovada recentemente na Lei Combustível do Futuro.

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