Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de soja durante a semana do dia 7 a 11 outubro de 2024.

O clima dominou a cena e ditou o comportamento dos preços na CME nesta última semana. O rápido andamento da colheita nos Estados Unidos devido ao clima seco, e as previsões de boas chuvas no Brasil para os próximos dias, sinalizando que o plantio deve deslanchar, pressionaram os preços internacionais da soja, que fecharam mais uma semana em queda.

Nem mesmo a boa demanda pela soja norte-americana, que vem anunciando vendas quase que diariamente, e nem as compras pelos fundos foram suficientes para conter a queda dos preços.

 A primeira posição cedeu 3,1%, enquanto as posições mais longas encerraram a semana com perdas próximas a 3,5%. As cotações de farelo de soja e do óleo também terminaram a semana desvalorizadas, com queda de 4,2% e 1,4%, respectivamente.

Na sexta-feira (11), o USDA divulgou o relatório mensal de oferta e demanda e trouxe alterações mínimas. O ajuste digno de nota, advindo de um pequeno corte na produtividade, foi uma redução na produção norte-americana: 100 mil toneladas.

Nos lados do Brasil, apesar das quedas na CME, os preços tiveram poucas alterações. A demanda da indústria segue forte, o que mantem os preços domésticos sustentados.

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