Confira abaixo os principais acontecimentos que mexeram com o mercado de milho durante a semana do dia 2 ao dia 6 de outubro de 2023.
Apesar da forte queda nos preços do petróleo e da evolução da colheita nos EUA, as cotações internacionais de milho na CME fecharam a semana com valorização de 3,2%. Entre os motivos estão o clima seco na Argentina, a forte alta do trigo e as tensões no Mar Negro. No Brasil, as cotações acompanharam essa tendência, impulsionadas também pela forte alta do dólar. Contudo, com a melhora em Chicago e no câmbio, os prêmios de exportação acabaram terminando a semana mais fracos.
De qualquer forma, foi uma semana de bom volume de vendas por parte dos produtores. Estima-se que algo em torno de 2 e 2,5 milhões de toneladas foram comercializadas – a maior parte do volume de produto da safra recém-colhida.
Na Argentina, apenas 13,9% da área estimada de milho foi plantada (1 milhão de hectares) – 7,5 p.p. abaixo da média dos últimos 5 anos. Apesar das preocupações com a umidade, o milho precoce está em boas condições. Enquanto isso, o mercado está praticamente parado, com agricultores adiando vendas até as eleições em 22 de outubro.
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