No Brasil, os prêmios de exportação da soja continuam desabando e o dólar teve forte desvalorização. Resultado: pressão para baixo nas cotações domésticas e pé no freio na comercialização.
Na Argentina, as vendas também avançaram lentamente, contrariando as expectativas criadas pela entrada em vigor do dólar agro, que mais uma vez criou uma taxa de câmbio mais favorável às exportações de soja. A frustração com a oferta argentina só aumenta: a Bolsa de Comércio de Rosário cortou a estimativa de produção de 27 milhões para 23 milhões de toneladas. O USDA ainda está atrasado a esse respeito, projetando uma produção de 27 milhões de toneladas, de acordo com o relatório global de oferta e demanda na semana passada.
As cotações no mercado internacional oscilaram de forma modesta na semana, encerrando a sexta-feira (14) ligeira alta de 0,5% no primeiro vencimento.
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